Aqui você pode conferir todas as reportagens que foram veiculadas na mídia de Uberlândia. 
Jornal Correio
Caderno - Economia
Quinta-feira, 13 de Setembro de 2001

O C&D cede espaço para "Centro de Negócios"

Cerca de 40 novas empresas de setores diversificados ocupam área que antes era para construção.
O shopping C&D, que foi construído a cerca de quatro anos para ser um centro de comercialização de produtores e serviços para construção civil, arquitetura e decoração, está se transformando no Centro de Desenvolvimento de negócios (CDN). O espaço, que antes era ocupado por empresas do setor de construção, agora recebe empreendimentos de segmentos variados, como de agronegócio, telecomunicações e informática, e profissionais liberais como advogados e consultores. Até o momento 40 empresas ocupam parte das 60 lojas existente na galeria.
A intenção do superintendente do CDN, Carlos Alberto Pereira da Costa, é de em dezembro todas as lojas estejam ocupadas. Até o fim do ano, o prédio receberá nova caracterização como a mudança da logo marca. Carlos Alberto Conta que, além das alterações estéticas, estão sendo firmadas parcerias com empresas de telecomunicações para a redução no custo das tarifas para interurbanos e telefonia celular.
A superintendência negocia ainda a instalação de infra-estrutura necessária para utilização de internet de alta velocidade. "Nossa intenção é disponibilizar para as empresas que optarem por se instalarem no CDN todas as vantagens tecnológicas e de custos possíveis". Acrescenta. Também estão sendo firmadas parcerias com empresas de prestação de serviços nas áreas de segurança e saúde. "Nossa intenção e trazer para o centro um publico de negócios. A empresa poderá receber seus clientes de forma tranqüila e segura sem os incômodos existentes na região central. Estamos criando um condomínio de negócios", acrescenta. Além das áreas externas, o CDN tem capacidade ainda para receber eventos de negócios. No local existem dois espaços para congressos e convenções. Uma das salas comporta até 200, enquanto a capacidade do segundo salão é para até 60 participantes.



Mudanças

As alterações no C&D iniciaram-se há três meses. Segundo o superintendente do CDN, Carlos Alberto Pereira da Costa, a intenção da nova direção no inicio do ano era manter a galeria voltada ao segmento de construção, mas as iniciativas não trouxeram o resultado esperado. "Depois de duas tentativas optamos pela mudança de perfil e já começamos a ver o resultado positivos. Acredito que quando formos fazer o lançamento do CDN em dezembro, estaremos com nossa capacidade de locação esgotada", avalia.